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Significado dos símbolos

Serpente

serpente cobra 2 xlSimbologia e significado da Serpente

 

Na mitologia hindu encontramos concepção cosmogônica semelhante. O tantrismo roga que entre cada um dos ciclos de vida e morte do Universo há um período de repouso durante o qual Vishnu, o princípio conservador de Brahma, repousa sobre Ananta, a serpente da eternidade. Nesta condição atemporal, Shiva, o princípio desorganizador de Brahma, está imiscuído de modo indiferenciado em seu próprio poder, Shakti. Quando Shiva inicia sua dança, o Universo é então criado, e Shakti, operando agora como Prakriti (energia primordial incapturável e imperceptível da qual todas as formas de vida evoluem) desenvolve todo o Universo desde os tattva (mundos) mais sutis até os mais densos, até criar a mente, os sentidos e a matéria sensível sob suas cinco formas, éter, água, fogo, terra e ar. Quando Shakti penetra no último e mais grosseiro dos tattva, a “terra”, ou seja, a matéria sólida, sua missão está acabada. Shakti aí adormece sob a forma de Shesha, a serpente que sustenta o mundo, até a próxima era da nova Criação. Shesha nada mais é que um correlato da serpente cósmica Ananta, o infinito, e sua função é a de suportar o orbe e tudo o que nele se manifeste. Shesha e Ananta compõem, respectivamente, o sono divino e o divino despertar de Brahma.

Análoga à serpente macrocósmica Ananta-Shesha é Kundalini (cuidado, a palavra é feminina e oxítona), serpente esta que se encontra enrolada na base coccigiana, na extremidade inferior da coluna vertebral humana. Afinal, o hinduísmo considera indistintos macro e microcosmo, de modo que todas as forças universais encontram no ser humano perfeita correlação. Também o corpo físico do homem é mera manifestação do corpo sutil, dizem os hindus, e nele se distribuem os chakras, centros energéticos com funções específicas, em concordância com a ordem de emanação dos tattva, isto é, indo dos mais sutis aos mais densos em sentido descendente. Kundalini jaz dormente no último e mais grosseiros dos chakras, denominado muladhara, que se traduz por “suporte”. Despertar a Kundalini é tarefa das mais arriscadas, mas ao mesmo tempo necessária à nossa transcendência. A serpente, potencialmente perigosa, obstrui com sua cabeça a entrada para o canal de Sushumna, via direta para que a mente suba aos Céus e comungue diretamente com Brahma, o deus supremo. Perturbar Kundalini em seu sono, por conseguinte, é viabilizar este contato transcendente. Quando a serpente desperta, sibila e se enrijece, permitindo nesse momento a ascensão sucessiva da libido pelos chakras imateriais situados ao longo da coluna até que se alcance o sétimo e mais sutil deles, relacionado à fontanela superior, no alto da cabeça; este recebe o nome de Sahasrara, ou chakra coronário, posto que “coroa” todos os demais. Isto porque Kundalini, uma vez acordada, não pára em sua ascensão, que se faz por etapas que podem durar anos ou mesmo a vida inteira, sempre numa progressão que dissolve o tattva inferior naquele que lhe é imediatamente superior. E cada um dos degraus só pode ser galgado à custa de importante sacrifício pessoal, de modo que o homem se purifique, passo a passo, até que se dissolva na essência bramânica universal de onde se originou.
Inúmeras culturas incutem na serpente essa idéia de espiritualidade confrontada aos padrões mais grosseiros da existência, fazendo deste réptil enigmático o emblema da síntese dos opostos, da coniunctioni opositorum dos alquimistas. O dragão, exemplo de serpente alada, traz em suas asas o tom de espiritualidade inerente ao símbolo. Aliás, entre os chineses, butaneses e outros povos do oriente, nem se faz distinção entre a cobra e o dragão, suas imagens são intercambiáveis, e há oroboros em que o dragão que morde a própria cauda é branco na metade superior do círculo e negro em sua parte inferior, a reforçar a noção de complementaridade dos opostos. O dragão celeste é o pai mítico de muitas dinastias, e os imperadores chineses o traziam estampado em suas vestes e estandartes para que o povo não se esquecesse de sua origem divina.

Curiosamente, entre os astecas e outras culturas da América Centrla e andina, Quetzacoatl, a serpente emplumada (uma combinação de Quetzal pássaro e serpente), é divindade solar e surge como elo entre os deuses e os homens, podendo ainda estar associada à chuva, ao vento, aos raios e trovões, bem como ao sopro de vida, ou ainda ao tempo incriado.

 

A serpente também tem a característica de trocar de pele, de se transformar, e por isso representa bem a propriedade da medicina de se reinventar o tempo inteiro.
Coruja essa ave também representa a sabedoria, bem como algumas divindades, tal como a Mãe Lakshmi, protetora das crianças para os hindus.
No Brasil, as mães dedicadas e amorosas são chamadas de “mãe coruja”. O termo teria surgido a partir da fábula de La Fontaine chamada “A Coruja e a Águia” cuja moral da história revela que o amor incondicional da mãe ultrapassa os limites da imperfeição dos seus filhos.

 

No hinduismo representa sempre o ego. Como Ganesha e outros, aqui representa que Shiva dominou o ego e este se tornou um adorno.

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