Liberdade e responsabilidade na comunidade

A perspectiva coletiva/comunitária

coletivo vem do Latim colligere, “colher junto, reunir”, de com, “junto”, mais legere, “colher, arrancar da planta”.

Os direitos individuais fundamentais são implícitos, intransferíveis, precedem e formam requerimento para todos direitos adicionais eventualmente atribuídos pela comunidade para– independente de sua forma – são cumulativos, extendendo estes de forma mais concreta. Por definição, limatões necessitam de permissão explicita de cada individual para ser consideradas como acordo e podem ser somente auto-impostas por livre e espontânea vontade no contexto de direito intransferível. Toda imposição de limitações é por definição um abuso de poder a ser curado pela justicia. Os únicos limites verdadeiros de direitos são os direitos de hierarquia igual ou superior (mais básico) na hierarquia das necessidades do outro.

Por exemplo o direito de autodefesa em risco de vida sendo o único direito que possa anular o mesmo direito de outro humano.
Assim sendo, cada violação desta integridade de direito essencial por uma camada exterior se invalida por definição por estar sem fundamento (jurídico/merecedor) para permanecer.

Os direitos comunitários/coletivos são acordos de direitos adicionados aos direitos naturais. Estes variam de comunidade para comunidade devido as perspectivas e ao grau de consciência no momento da criação e na aplicação. Enquanto é parte da liberdade da cada comunidade adicionar direitos a vontade, cada violação dos direitos naturais continua sendo uma violação e injustiça a ser reparada, ainda que seja institucionalizada pela comunidade. E responsabilidade de cada órgão envolvido de respeitar e aplicar os direitos na sequencia de dentro para fora, harmonizando o efeito e impacto em todas relações envolvidas. Este é nosso aprendizado.